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sexta-feira, 8 de julho de 2011

PARECER MÉDICO ACERCA DOS PROBLEMAS DE SAÚDE QUE AFETEM A POPULAÇÃO DO POVOADO DO PEQUIÁ NO MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA-MA

Em abril de 2011  a equipe do  Centro de Referência  em Doenças Infecciosas e
Parasitárias  recebeu em suas dependências, em São Luís,  a visita  dos  párocos  Antonio
Soffientin, Dario Bossi e Policarpo Tchangi, da Paróquia São José, em Pequiá, município de
Açailândia. Anteriormente,  o  Dr. Antonio Rafael da Silva Júnior,  Vice-Presidente da
Comissão dos Direitos Humanos da OAB, havia pedido para nossa equipe receber a Comissão
acima referida, pois se tratava de assunto na esfera dos direitos humanos.

Como resultado da reunião ficou acertado uma visita da equipe a Piquiá para proceder
um estudo sobre as condições de saúde dos moradores do povoado, uma vez que as famílias
que lá residem  acusam problemas de saúde, “muito provavelmente ligada ao  contato
permanente com os resíduos da Indústria de Ferro Gusa, expelida pelas chaminés das fábricas,
bem como outras substâncias lançadas em seus arredores”, segundo conteúdo de relatórios.

Continue lendo abaixo, se preferir baixe o relatório:

terça-feira, 5 de julho de 2011

O QUE ENTRISTECE O ANIMAL HUMANO?

Ontem conversamos sobre a domesticação do animal humano, sobre conflitos internos que nos moldam e movem, sobre o que é considerado excesso, e o que é considerado falta. Sobre avanços, castigos, ganhos e perdas, custos e lucros...
Discutimos a tese da permuta civilizatória, procurando investigar em que ponto do caminho nos perdemos e deixamos de ser quem somos para negarmos tudo o que somos, para buscar sermos um outro que nem sabemos o que é. E em troca de que?

Existem o bem e o mal? o belo e o feio? o mocinho e o bandido?

O Coringa e o Batman são mesmo antagônicos?

Podemos expressar a nossa persona social em um único desenho?


"Querem saber a história abreviada de toda nossa miséria? Ei-la: havia um homem natural; foi introduzido no âmago desse homem um homem artificial, e ele desencadeou no interior da caverna uma guerra civil qu ese prolongará por toda a vida." (Diderot)

Até quando vamos trancafiar o nosso animal, e negá-lo? Até quando vamos perceber com desdém, nojo ou escárnio os nossos instintos, vontades, cheiros, impulsos...

Até destruirmos o mundo todo por não nos aceitarmos como somos?

As interdições da chamada civilização servem para que mesmo?

E assim, os homens ocos, seguem na sua lida de destruição. . .

E nós? E você?

Desafio: responda estas perguntas!

O QUE ENTRISTECE SEU ANIMAL HUMANO?

QUAL A SUA DUALIDADE COMPLEMENTAR?

O QUE TE LEVA A DESTRUIR?

O QUE TE ENVENENA?

(referência: GIANNETI, Eduardo. Felicidade: diálogos sobre o bem-estar na civilização. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 99-140.