Discutimos a tese da permuta civilizatória, procurando investigar em que ponto do caminho nos perdemos e deixamos de ser quem somos para negarmos tudo o que somos, para buscar sermos um outro que nem sabemos o que é. E em troca de que?
Existem o bem e o mal? o belo e o feio? o mocinho e o bandido?
O Coringa e o Batman são mesmo antagônicos?
Podemos expressar a nossa persona social em um único desenho?
"Querem saber a história abreviada de toda nossa miséria? Ei-la: havia um homem natural; foi introduzido no âmago desse homem um homem artificial, e ele desencadeou no interior da caverna uma guerra civil qu ese prolongará por toda a vida." (Diderot)
Até quando vamos trancafiar o nosso animal, e negá-lo? Até quando vamos perceber com desdém, nojo ou escárnio os nossos instintos, vontades, cheiros, impulsos...
Até destruirmos o mundo todo por não nos aceitarmos como somos?
As interdições da chamada civilização servem para que mesmo?
E assim, os homens ocos, seguem na sua lida de destruição. . .
E nós? E você?
Desafio: responda estas perguntas!
E assim, os homens ocos, seguem na sua lida de destruição. . .
E nós? E você?
Desafio: responda estas perguntas!
O QUE ENTRISTECE SEU ANIMAL HUMANO?
QUAL A SUA DUALIDADE COMPLEMENTAR?O QUE TE LEVA A DESTRUIR?
O QUE TE ENVENENA?
(referência: GIANNETI, Eduardo. Felicidade: diálogos sobre o bem-estar na civilização. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 99-140.