domingo, 21 de outubro de 2012
5ª Mostra Luta
Divulgando:
presentação
No Brasil, os meios de comunicação estão concentrados nas mãos de uma ínfima minoria que define todo o conteúdo que será transmitido para a enorme maioria da população. Com um gigantesco poder de manipulação, esta minoria garante a lucratividade e a manutenção da exploração e da opressão dos trabalhadores e trabalhadoras, fortalecendo o sistema capitalista. Os donos da mídia reinam intocados no topo de seus canais de TV, emissoras de rádio, editoras de revistas e jornais, que não sofrem quase nenhuma fiscalização do conteúdo que transmitem. Esses meios constantemente incentivam a estrutura de exploração das classes populares, a opressão de diversos grupos sociais como mulheres, negros e homossexuais, bem como tratam como criminosos os movimentos sociais organizados que buscam romper com este perverso sistema de exploração e opressão através das lutas por direitos sociais.
O Coletivo de Comunicadores Populares surge da vontade de criar canais de comunicação popular entre os movimentos sociais, os oprimidos e os explorados; surge da necessidade de lutar contra a criminalização dos movimentos sociais realizada pela grande mídia; surge do desejo de falar, de ter voz, de quebrar o enorme silêncio que nos é imposto.
A Mostra Luta, organizada por esse Coletivo é um desses canais de comunicação popular. É um espaço para expressão de todas e todos que não tem acesso aos meios de difusão de suas lutas, idéias e ideais e que buscam resistir, criticar ou mesmo romper com esse sistema de exploração e opressão.
A mostra permite que através da exposição de fotos e vídeos e realização de debates e oficinas sejam difundidas, debatidas e fortalecidas as lutas contra a exploração, a miséria, a concentração de renda e terra, o machismo, o racismo, a homofobia, ou qualquer outra forma de opressão, o monopólio dos meios de comunicação, a mercantilização da cultura e da arte, a progressiva perda de direitos que sofre a maioria da população e a criminalização dos que buscam lutar por esses direitos.
Venha mostrar sua luta!
http://mostraluta.org/
Curadoria:Coletivo de Comunicadores Populares
http://mostraluta.org/
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
GESTÃO DEMOCRÁTICA DA CIDADE: um estudo de caso acerca da apropriação particular do espaço público na cidade de Londrina/PR
GESTÃO
DEMOCRÁTICA DA CIDADE: um estudo de caso acerca da apropriação particular do
espaço público na cidade de Londrina/PR
SÍNTESE:
Investiga a aplicação do
princípio da gestão democrática da cidade nas alterações realizadas em uma
praça na cidade de Londrina-PR. Utilizou o método de pesquisa qualitativa não
direcionada, análise de documentos e revisão bibliográfica. Concluiu-se que
foram descumpridas as normas legais e que parte da população foi excluída do
processo por razões socioeconômicas, de gênero e etnia.
Deíse Camargo Maito
Nádia Mami Marcolino
Departamento de Direito Público, Universidade Estadual de Londrina - UEL
Erika
Juliana Dmitruk
Profa. Msc. / autora/ orientadora Departamento de Direito Público, Universidade Estadual de Londrina - UEL
INTRODUÇÃO
Os mecanismos para efetivar a participação popular na escolha de como definir a finalidade dos espaços públicos e expansão urbana constituem-se como marco teórico do presente estudo de caso.
Profa. Msc. / autora/ orientadora Departamento de Direito Público, Universidade Estadual de Londrina - UEL
INTRODUÇÃO
Os mecanismos para efetivar a participação popular na escolha de como definir a finalidade dos espaços públicos e expansão urbana constituem-se como marco teórico do presente estudo de caso.
A partir de uma denúncia
recebida através de uma liderança comunitária do Jardim Igapó na cidade de
Londrina-PR, tomou-se conhecimento de alterações que estavam sendo realizadas
em uma praça no mesmo bairro. Essas alterações consistiam na construção de uma
quadra de bocha e uma de maia, em local antes utilizado pelas mães e crianças
para a recreação.
A questão de fundo do
presente estudo de caso consiste na expansão imobiliária, valorização dos
imóveis no entorno da praça e exclusão dos antigos moradores, que não mais
“combinavam” com a paisagem pretendida para o espaço. Perpassa o problema a
questão racial, de gênero, direitos da criança e gestão democrática das
cidades.
Para o desenvolvimento de
uma análise crítica dos fatos, toma-se a Gestão Democrática das Cidades como
princípio orientador da participação popular, geral, na escolha de como deve
crescer a cidade. Este princípio consubstancia-se em uma democracia direta e
está vinculado à representatividade e as medidas que garantem que as propostas
de Política Urbana Municipal sejam realizadas de forma opinativa, consultiva e
deliberativa.
MÉTODOS
O
presente trabalho foi realizado, inicialmente, a partir de visita ao local,
onde foram realizadas entrevistas com moradores, tirados fotos da praça,
recolhidos documentos sobre a formalização do processo de alteração da praça.
Primeiramente verificou-se
junto à população do bairro se houve consulta popular para a realização de
reformas e qual organismo a realizava, e, para isso, os alunos de Direito da
UEL realizaram entrevistas com a população. No total, seis alunos entrevistaram
dez moradores. O método de entrevista foi qualitativo e não direcionada. Haviam
poucas perguntas formuladas, e dava-se espaço para que o entrevistado
realizasse suas próprias narrativas sobre a questão.
Após isso, uma busca na
internet e junto a órgãos municipais foi feita, para saber qual o mecanismo legal
utilizado para a reforma. Os documentos analisados foram: Edital n.º 001/2011 – CMTULD, Processo
Administrativo n.º 001/2011-CMTULD, Autorização nº 011, oriundos da Companhia
Municipal de Trânsito e Urbanização.
Em seguida, para verificar
os melhores mecanismos para garantir a participação popular, realizou-se uma
pesquisa bibliográfica. Além disso, para verificar-se a validade dos atos
administrativos, foi realizada pesquisa bibliográfica em obras de Direito
Administrativo.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Trata-se de visível
contradição entre a Gestão Democrática da Cidade e a forma de alteração de uma
praça. Tendo em vista que os instrumentos mínimos para a efetivação da Política
Urbana Participativa são as audiências e debates públicos, a publicidade dos
documentos e informações ao acesso a todos, verificou-se que os mesmos foram
negligenciados.
Em um primeiro momento, percebeu-se
a negação pelo Poder Municipal de qualquer possibilidade de averiguação da
legitimidade dos atos praticados por seus representantes. Apesar de os Poderes
Legislativo e Executivo possuírem o encargo de garantir a participação da
comunidade e a transparência na elaboração e implementação das Políticas Urbana,
os mesmos quedaram-se inertes.
Constatou-se que a
discriminação ocorrida na reforma da praça e a repressão sofrida por parte dos
moradores excluídos decorreram das decisões centralizadas, parciais e
discricionárias da Administração Pública Municipal. Esta não agiu em
conformidade com os princípios basilares – publicidade, legalidade,
impessoalidade, moralidade e eficiência. A municipalidade deixou de assegurar a
função social do bem público, garantindo apenas o bem-estar a uma parcela dos
moradores e frequentadores da praça. Vincularam-se aos usos, abusos e desmandos
de grupos mais poderosos.
CONCLUSÕES
É natural que surjam divergências sobre Políticas Urbanas. Todavia, devem ser compreendidas e avaliadas as necessidades dos habitantes do local que sofre intervenção. Fazendo uma retrospectiva dos atos até agora realizados, a parcela que tradicionalmente ocupava o bairro, desde momento anterior a sua valorização, foi totalmente excluída do processo de escolha das reformas na praça.
Também se concluiu que os
instrumentos legalmente previstos para garantir a participação popular na
gestão democrática das cidades não foram respeitados. Na luta entre os
moradores mais antigos (negros, mulheres, crianças, pobres) e os novos
moradores (funcionários públicos aposentados, empresários, proprietários de
imobiliárias), os primeiros sequer foram ouvidos ou respeitados nos usos que
faziam da praça. A identidade local não foi preservada.
O convênio utilizado pela
Administração do Município de Londrina não atentou aos procedimentos da
administração pública participativa, nem mesmo aos procedimentos contratuais
determinados aos entes públicos. Houve ausência de fiscalização por parte do
Poder Legislativo e Poder Judiciário e Ministério Público.
Opção 5: Trabalho relativo a estudo de caso.
Palavras-chave: Estatuto da Cidade; Política Urbana Municipal; Praça.
A LEI DO BABAÇU LIVRE: UMA ESTRATÉGIA PARA A REGULAMENTAÇÃO E PROTEÇÃO DA ATIVIDADE DAS QUEBRADEIRAS DE COCO, COM VISTAS AO DESENVOLVIMENTO REGIONAL SUSTENTÁVEL NO ESTADO DO MARANHÃO.
A LEI DO BABAÇU LIVRE: UMA ESTRATÉGIA PARA A REGULAMENTAÇÃO E PROTEÇÃO
DA ATIVIDADE DAS QUEBRADEIRAS DE COCO, COM VISTAS AO DESENVOLVIMENTO REGIONAL
SUSTENTÁVEL NO ESTADO DO MARANHÃO.
Síntese:
Realiza resgate histórico da
importância econômica do babaçu para a região do Maranhão, as razões do seu
declínio e atualidade dos conflitos decorrentes da sua extração e
beneficiamento. Recupera a formação de identidade do grupo de quebradeiras de
coco e analisa o movimento social em defesa da atividade. Investiga estratégia
para a promulgação de leis que facilitem o acesso à coleta do babaçu.
Erika Juliana Dmitruk
Professora/Orientadora Mestre –
Dpto de Direito PúblicoUEL
Dr. Miguel Etinger
Professor Doutor – Dpto de
Direito Público UEL
João Carlos da Cunha Moura
Unidade de Ensino Superior Dom
Bosco – Faculdade de Direito
Pós-graduando
INTRODUÇÃO
O presente estudo tem por
objetivo investigar em que medida existe a necessidade de edição de legislação
regulamentadora da atividade das quebradeiras de coco babaçu, a fim de fomentar
o desenvolvimento regional, no Estado do Maranhão, de forma horizontalizada. A
pesquisa se revela importante uma vez que a região do Maranhão vem sendo
assediada por inúmeros projetos industriais, de mineração e agronegócio,
ficando as atividades regionais de lado, sendo taxadas como atrasadas e
subdesenvolvidas. Esta pesquisa buscou dados que confirmem a necessidade de
busca de alternativas locais de desenvolvimento, que visem principalmente a respeitar
a vocação das populações tradicionais, sua qualidade de vida e a manutenção do
valor cultural de suas atividades, dando principal ênfase às quebradeiras de coco.
O estudo busca analisar de forma gradual e histórica a atividade da coleta do coco
babaçu, a formação da identidade das quebradeiras e a alocação destas dentro da
qualidade de comunidade tradicional e trata dos conflitos e demandas que estas
mulheres tem que enfrentar para conseguir prosseguir na sua atividade. Por fim,
a reflexão jurídica em torno do tema se propõe a trazer auxílios instrumentais
no ordenamento jurídico, a fim de proteger e valorizar a atividade das quebradeiras
de coco.
MÉTODOS
O método da pesquisa consistiu na
realização de entrevistas qualitativas e não direcionadas com as quebradeiras
de coco participantes do Encontro de Quebradeiras de Côco Babaçu de Dom Pedro,
São José dos Basílios e Governador Archer, na cidade de Dom Pedro, Maranhão, no
qual se teve o primeiro contato com as mulheres. Além disso, foram realizados
neste mesmo encontro, grupos focais para o levantamento das experiências das
quebradeiras de coco com relação à coleta do babaçu, sua posição na família, a
formação e engajamento no movimento social e a atuação do Poder Público
municipal na garantia de suas atividades. Também foi realizada visita orientada
à Associação das Quebradeiras de Coco Babaçu de São José dos Basílios, na qual
foi possível levantar o processo de benefício da amêndoa, desenvolvimento
econômico da associação, métodos de coleta e pagamento das amêndoas em
contraposição aos atravessadores que anteriormente ficavam com a maior parte
dos lucros. Para completar o entendimento do movimento e da atividade, foi
realizado levantamento bibliográfico sobre o material já existente, a partir de
teses, dissertações, artigos e livros. Na parte jurídica do trabalho, as
informações levantadas foram relacionadas com princípios do Direito
Constitucional e Ambiental.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
1)
Assunção da identidade das quebradeiras: as quebradeiras
passam a se identificar como tal e não mais apenas como mulheres e
trabalhadoras rurais, com essa identidade buscam legitimar suas demandas, de
modo a ter reconhecimento da sua atividade como saber popular e necessário para
a manutenção de suas vidas.
2)
Edição de leis municipais: mesmo aprovadas as leis
municipais, é importante saber que este procedimento não tem sido pacífico,
posto que envolve interesses diversos que se encontram em disputa no espaço
político de Câmaras e Prefeituras Municipais do interior dos estados – locais
onde, geralmente, os vereadores e prefeitos são os proprietários (legítimos ou
não) das terras em disputa.
3)
Possibilidade de promulgação de lei pela esfera
estadual ou federal: com as normas constitucionais fica premente que pode sair
do âmbito municipal a edição de uma lei para a coleta livre do babaçu (lei do
babaçu livre), a proteção da atividade das quebradeiras de coco, inserida
dentro da idéia de conhecimento tradicional, deverá ser tutelada pela União e
pelos Estados, o que pressupõe a proteção do meio ambiente como requisito para
a efetiva tutela do bem principal, pois não se protegendo a árvore, não haverá
como exercer a atividade.
CONCLUSÕES
As quebradeiras de coco passam
por conflitos que não se limitam apenas ao acesso aos babaçuais, tendo lugar
conflitos de gênero e classe, bem como questões que tangem a educação,
qualidade de vida e outros direitos feridos quanto a proteção à dignidade
prevista da na Constituição Federal. Além disto, as condições de desentrave e
acesso aos babaçuais perpassam por interesses privados. Interesses estes que
são ainda mais difíceis de negociação e regulamentação, por serem justamente os
representantes do povo nas Casas Legislativas Municipais os principais
envolvidos nos conflitos com as quebradeiras, uma vez que grande parte dos
donos de grandes porções de terra que obstam o acesso das quebradeiras para
extrair o côco são vereadores eleitos. A mobilização das quebradeiras não se
reduz a meras reivindicações por publicações legislativas e já alcança para
além das paredes de órgãos vistos antigamente como blindados. Os ingressos na
Assembléia Legislativa, Promotorias, Órgãos do Executivo, para a entrega de
cartas de reivindicação e propostas de melhoria das condições, ambientes antes
vistos como couraças de ametista, na qual a entrada era restrita apenas a
determinadas pessoas, mostra que a mobilização deste grupo tende a crescer para
mostrar seus conflitos e suas demandas.
Instituição de fomento: (deixar em branco)
Pesquisa científica já concluída.
Trabalho relativo a estudo/relato de caso/experiência. Estudo de
caso
PALAVRAS-CHAVE
Babaçu livre
Competência legislativa
Desenvolvimento sustentável
LUTAS NA 64ª REUNIÃO DA SBPC
A UFMA - Universidade Federal do Maranhão sediou a 64ª Reunião Anual da SBPC, que ocorreu nos dias 22 a 27/07/2012.
O LUTAS estava lá, e com dois trabalhos. Com dois trabalhos que documentam a sua participação em movimentos sociais pela identidade cultural, conquista e manutenção de espaço - urbano e rural.
Para quem não sabe ainda, o Lutas cresceu e hoje tem também um grupo engajado na cidade de Londrina/PR. Este grupo é formado, predominantemente, por alunos da UEL - Universidade Estadual de Londrina, mas assim como o LUTAS:São Luís encontra-se aberto a todos os interessados em participar de movimentos de emancipação e resistência ao sistema que se encontra posto.
Representantes de Londrina foram para São Luís, onde além de conhecerem pessoalmente a cidade que primeiro inspirou o projeto, puderam estreitar os laços de amizade que já vinham sendo construídos a partir da internet.
O texto dos artigos será postado na sessão de publicações deste blog, e também anexarei aqui os posteres apresentados pelos lutantes!
O LUTAS estava lá, e com dois trabalhos. Com dois trabalhos que documentam a sua participação em movimentos sociais pela identidade cultural, conquista e manutenção de espaço - urbano e rural.
Para quem não sabe ainda, o Lutas cresceu e hoje tem também um grupo engajado na cidade de Londrina/PR. Este grupo é formado, predominantemente, por alunos da UEL - Universidade Estadual de Londrina, mas assim como o LUTAS:São Luís encontra-se aberto a todos os interessados em participar de movimentos de emancipação e resistência ao sistema que se encontra posto.
Representantes de Londrina foram para São Luís, onde além de conhecerem pessoalmente a cidade que primeiro inspirou o projeto, puderam estreitar os laços de amizade que já vinham sendo construídos a partir da internet.
O texto dos artigos será postado na sessão de publicações deste blog, e também anexarei aqui os posteres apresentados pelos lutantes!
terça-feira, 3 de abril de 2012
ATA: Reunião do dia 02 de Abril de 2012
1. Proposta (Saulo/João) - Simplificar os atos do LUTAS, isso quer dizer, os projetos nessa fase de retomada. Retornando as leituras que foram deixadas;
2. Data da Reunião e horário - Restou convencionado entre os integrantes que se encontravam reunidos, que o novo dia da semana para a realização das reuniões será as segundas-feiras, no horário das 17:30 as 19:00h;
3. Formas de apresentação dos textos: Cada integrante ficará responsável pela apresentação de um dos textos, fazendo a abertura das discussões. Dica: interessante trazer idéias que complementem o texto a ser debatido;
4. Texto do blog: O texto do blog será postado após a realização do debate;
5. Sugestões de dinamicidade: A realização de um Debate Dinâmico; houve a sugestão de
que esse debate fosse realizado no Chico Discos, ou outro espaço sugerido. Como a elaboração dessas reuniões demanda trabalho, restou proposto que as mesmas fossem realizadas de 2 em 2 meses;
6. LUTAS: aproximar-se dos ‘focos’ de conflitos, debates, reivindicações à daqui, documentar na
forma de textos a situação conflituosa dentro dos movimentos sociais; Na realidade, quer-se usar de todo tipo de mídia, micro-vídeos, entrevistas “podcasts”; etc.
7. Projeto “Você faz parte do Renascença?”: Primeiro projeto intervencionista;
8. Mapear conflitos na cidade e quais os conflitos dentro de cada região da cidade, como por exemplo, no Angelim - o problema do tráfego; na Cidade Operária – transportes urbanos e hospitais, etc.
2. Data da Reunião e horário - Restou convencionado entre os integrantes que se encontravam reunidos, que o novo dia da semana para a realização das reuniões será as segundas-feiras, no horário das 17:30 as 19:00h;
3. Formas de apresentação dos textos: Cada integrante ficará responsável pela apresentação de um dos textos, fazendo a abertura das discussões. Dica: interessante trazer idéias que complementem o texto a ser debatido;
4. Texto do blog: O texto do blog será postado após a realização do debate;
5. Sugestões de dinamicidade: A realização de um Debate Dinâmico; houve a sugestão de
que esse debate fosse realizado no Chico Discos, ou outro espaço sugerido. Como a elaboração dessas reuniões demanda trabalho, restou proposto que as mesmas fossem realizadas de 2 em 2 meses;
6. LUTAS: aproximar-se dos ‘focos’ de conflitos, debates, reivindicações à daqui, documentar na
forma de textos a situação conflituosa dentro dos movimentos sociais; Na realidade, quer-se usar de todo tipo de mídia, micro-vídeos, entrevistas “podcasts”; etc.
7. Projeto “Você faz parte do Renascença?”: Primeiro projeto intervencionista;
8. Mapear conflitos na cidade e quais os conflitos dentro de cada região da cidade, como por exemplo, no Angelim - o problema do tráfego; na Cidade Operária – transportes urbanos e hospitais, etc.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Reunião Lutas: São Luís 31/08/11
Membros presentes: Sérgio, Odival, Igor, João, Ana Marcelle.
Convidados (as): Marcella.
Na reunião de hoje fomos apresentados à Marcella, que ficou interessada no grupo e pretende conhecê-lo melhor. As discussões giraram predominantemente em torno da desmobilização do grupo e da operacionalização do documentário. Por fim foi elaborada a pauta da próxima reunião:
Convidados (as): Marcella.
Na reunião de hoje fomos apresentados à Marcella, que ficou interessada no grupo e pretende conhecê-lo melhor. As discussões giraram predominantemente em torno da desmobilização do grupo e da operacionalização do documentário. Por fim foi elaborada a pauta da próxima reunião:
- Escrever texto sobre a música "Puta" do Rogério Skylab.
- Escrever texto sobre o Acampamento Negro Flaviano. A idéia é elaborá-lo de tal forma que, se fosse lido por alguém que não sabe absolutamente nada da manifestação, esta pessoa terminaria a leitura com uma razoável noção crítica do evento. Tais textos podem fornecer uma base para a produção do documentário, que teria a mesma finalidade "pedagógica", mas em uma mídia diferente. O texto funcionaria então como forma de contribuir com a produção do documentário sem necessariamente envolver a parte técnica, provável responsável pela evasão de todos os que deveriam estar nele envolvidos.
- Foi marcada uma reunião sábado, às 14h, na área de lazer do prédio da Greice, para assistirmos os vídeos que temos sobre o Acampamento.
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